Morango com Vinagre Balsâmico

Aproveitando a chegada de novembro mais uma vez, aí vai uma combinação italiana inusitada para o paladar brasileiro. O aceto balsâmico é perfeito para quebrar a acidez do morango e o sorvete completa a mistura.

Foto: Rebelde

– 300g de morangos (essa receita é para 4 pessoas, portanto acrescente mais cerca de 75g de morango para cada pessoa extra)

– 1 colher de sopa de açúcar

– 1 colher de sopa de vinagre balsâmico

– 4 bolas de sorvete de baunilha

Lavar e cortar os morangos ao meio. Salpicá-los com o açúcar e o aceto e misturar bem. Servir com o sorvete e aproveitar 🙂 Diferente e refrescante.

Aspargos ao Aceto Balsâmico

Receita adaptada da obra Culinária italiana de Jennifer Donovan; uma combinação que realçou o sabor marcante do aspargo.

– 500gr de aspargos frescos

– 2 colheres de sopa de azeite

– 2 colheres de sopa de aceto (“vinagre”) balsâmico

– 2 colheres de sopa de lascas de parmesão

– pimenta

Pré-aquecer o forno a 220º. Envolver os aspargos com azeite e colocar em uma assadeira forrada com papel manteiga, deixando por 10 a 12 minutos no forno, até amolecerem.

Colocar na travessa em que será servido, regar com vinagre e mais um pouquinho de azeite. Salpicar com as lascas de parmesão e pimenta a gosto. Prontinho.

Embora não seja o caso, a água do cozimento dos aspargos pode ser aproveitada para fazer molhos, sopas ou suflês, como usamos um caldo de legumes. Um jeito muito simples para fazê-los é colocar em água fervente entre cinco e nove minutos, de acordo com a espessura de cada um. As pontas macias devem ficar fora da água,  cobertas com papel alumínio e com a tampa da panela fechada, para serem cozidas no vapor.

O aspargo é bom para quem faz dieta, pois é pouco calórico. 100 gramas de aspargo cozido fornecem 18 calorias. Em conserva, 16. Aliás, por que a maioria dos aspargos nas conservas é branca? … São cultivados no escuro!

Na hora de escolher seus aspargos, confira se os caules estão firmes e o verde, “vivo”. Dizem que os que tem talos finos são mais saborosos…

Um pouquinho de história: há registros de apreciadores dos aspargos há milhares de anos,  como o imperador romano otávio Augusto e Plínio, o Velho, naturalista de mesma origem, que chamava os aspargos de “a verdura de Deus”. O prestígio dos aspargos caiu durante a Idade Média, mas reergueu-se no Renascimento , sendo muito consumido por Luís XIV, da França.

François Bonvin, Natureza morta com espargos, 1867

(Dir) Etienne Tournès, Aspargos, 1907